Reflexão sobre a pergunta criada em grupo

maio 05, 2017

          A pergunta desenvolvida pelo meu grupo, "até que ponto o digital é facilitador na construção de uma virtualidade?" foi elaborada a partir de uma reflexão a respeito dos exageros gerados pela busca constante da vida tecnológica. Tal questionamento foi desenvolvido a partir de discussões e reflexões iniciadas por um série chamada "Black Mirror", na qual um dos episódios apresenta a existência de uma cópia reduzida de cada indivíduo capaz de aprender seus hábitos e, teoricamente, facilitar a rotina da pessoa em questão. No entanto, seria isso realmente necessário? A rotina do usuário ocorre independentemente de tal tecnologia e, seu uso, não culmina em uma grande mudança ou melhoria na qualidade de vida, ela apenas sistematiza as ações comumente realizadas pelo seu verdadeiro corpo e acaba por limitar suas ações já que a rotina sistemática e continuamente programada impede que as pessoas fujam do esperado. 
        Dessa forma, diante da discussão realizada em sala, pode-se observar que o uso tecnológico e o refinamento digital não são diretamente responsáveis pela virtualidade, podendo até se tornar um limitador para tal aspecto. o digital pode ampliar a virtualidade para horizontes antes inimagináveis mas deve ser usada para remover obstáculos não para se tornar um. A virtualidade pode se dar em uma simples interface ou em uma complexa, mas ela deve ser desenvolvida pensando nas aberturas a que ele proporciona aos usuários.

You Might Also Like

0 comentários

Like us on Facebook

Flickr Images